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Covas diz que projeto para comprar vagas em escolas particulares evita fila

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB-SP), durante coletiva de imprensa sobre a crise do coronavírus - Paulo Gueret/Agência O Dia/Estadão Conteúdo
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB-SP), durante coletiva de imprensa sobre a crise do coronavírus Imagem: Paulo Gueret/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo

24/07/2020 14h36

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), comentou hoje o projeto de lei da prefeitura para a compra de vagas de pré-escola na rede particular de ensino para crianças de quatro e cinco anos de idade. De acordo com o político tucano, a medida, que ainda precisa de aprovação da Câmara Municipal, visa a evitar filas nas instituições públicas.

Covas disse que, durante a pandemia, muitos pais decidiram tirar as crianças da rede privada e pedir vaga na educação municipal, o que pode fazer com que alunos nessa faixa de idade entrem em uma fila.

"Quando assumimos a prefeitura, tínhamos algo em torno de 10 mil crianças aguardando vaga na pré-escola. Zeramos a fila na cidade de São Paulo. O que percebemos por conta da pandemia: vários pais estão tirando filhos da escola privada e solicitando vaga na educação municipal. Ou voltaremos a ter fila, que era prática da gestão anterior, ou teremos a solução para comprar essas vagas para continuar sem fila. Para isso serve essa autorização", disse Covas em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

O secretário municipal de Educação, Bruno Caetano, afirmou que o projeto tem uma limitação de apenas 5% do total de vagas existentes e que o plano é não deixar nenhuma criança "para trás".

"Esse projeto tem o mérito de não deixar nenhuma criança para trás. Se tivermos uma explosão de crianças migrando do particular para a rede municipal... Hoje, 65 mil crianças estudam na rede particular. Se 20% migrar, se não comprarmos as vagas, não teremos como atender", afirmou.