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Fotos

A polêmica sobre a adoção de livro do escritor Monteiro Lobato com termos racistas na rede pública de ensino volta à pauta nesta terça-feira (25), em reunião marcada para as 14h30 no MEC (Ministério da Educação). Publicado em 1933, "Caçadas de Pedrinho" relata uma aventura da turma do Sítio do Picapau Amarelo à procura de uma onça-pintada. Entre os trechos que justificariam a conclusão de racismo estão alguns em que Tia Nastácia é chamada de negra. Veja nas próximas páginas polêmicas envolvendo outro títulos Divulgação Mais

Em 2011, o livro didático "História e Vida Integrada" foi alvo de críticas por apresentar uma visão considerada pessimista sobre o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e elogios à gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros livros aprovados pelo MEC (Ministério da Educação) foram criticados pelo mesmo motivo Moacyr Lopes Junior - 1º.jan.2003 / Arquivo Folhapress Mais

Em 2010, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) proibiu a distribuição de uma nova cota de exemplares do livro "Cem Melhores Contos Brasileiros do Século" para alunos da rede pública de ensino do Estado de São Paulo, por conta de textos eróticos inseridos na obra Divulgação Mais

Em fevereiro deste ano, o MPF (Ministério Público Federal) entrou com ação na Justiça Federal em Uberlândia (MG) para tirar de circulação o dicionário Houaiss, um dos mais conceituados do mercado. Segundo o MPF, a publicação contém expressões "pejorativas e preconceituosas", pratica racismo aos ciganos e não atendeu recomendações de alterar o texto, como fizeram outras duas editoras com seus dicionários Michal Cizek/AFP Mais

Em 2007, a coleção de livros didáticos "Nova História Crítica", de Mario Schmidt, foi rejeitada pelo MEC (Ministério da Educação) e foi acusada de veicular propaganda ideológica. No entanto, o livro já havia sido usado nos últimos dez anos por mais de 20 milhões de estudantes no país. A coleção, com livros para alunos de 5ª a 8ª séries (ou 6º e 9º anos), menciona que a propriedade privada aumenta o egoísmo e o isolamento entre as pessoas e que o MST (Movimento dos Sem Terra) se tornou um importante instrumento na luta pela justiça social no Brasil Ueslei Marcelino/Reuters Mais

Em 2011, foi descoberto um erro em material didático destinado à educação no campo. O livro ensinava, por exemplo, que 10-7=4 e que 16-8=6. Havia ainda exercícios que remetiam à página errada e frases incompletas SXC.hu Mais

Em 2009, uma revista didática distribuída na rede pública da Bahia apresentava tirinhas em que o personagem Chico Bento, da Turma da Mônica, falava um palavrão. O governo do Estado disse que foi um erro de edição e tentou corrigir com um carimbo o problema sem cancelar a distribuição. O diálogo polêmico era o seguinte: "Meu pai tem 800 cabeças de gado. E o seu?", diz um personagem. E Chico Bento responde: "Fala para ele enfiar tudo no c..." Divulgação Mais

Também na Bahia, em 2010, alunos da 8ª série reclamaram da proposta de um trabalho que deveria ser feito com base em um texto de teor erótico. O livro "Linguagem e Prática de Leitura Escrita", de Anna Christina Bentes traz trechos do romance "Capão Pecado", de Ferrez (foto) em que há descrições de relações sexuais entre dois personagens. Constrangido com a leitura, um grupo de alunos, com idades entre 13 e 16 anos, levou a reclamação à diretoria, na escola, e aos pais, em casa. Estes procuraram a direção da unidade escolar e o Procon do município para reclamar do conteúdo do livro Daniel Guimarães/Folhapress Mais

Em 2009, livros de geografia distribuídos pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo traziam duas vezes o Paraguai no mapa da América do Sul, invertiam a localização do Uruguai e do Paraguai e omitiam o Equador. Os erros ganharam destaque na imprensa da América do Sul Reprodução Mais

Em 2009, a Secretaria de Estado de Educação de São Paulo teve problemas com dois títulos do programa Ler e Escrever, voltado para o reforço da alfabetização de crianças de 6 a 10 anos. As duas obras que geraram polêmica foram "Um Campeonato de Piadas", considerado pela pasta como "preconceituoso", e "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol" (foto), que teria palavrões, conotação sexual e alusão ao crime organizado Reprodução Mais

No ano passado, o livro didático "Por uma Vida Melhor", distribuído para turmas de jovens e adultos, causou polêmica por ter frases com erro de concordância em uma lição que apresenta a diferença entre a norma culta e a falada. No texto, a autora da obra defende que os alunos podem falar de "jeito errado", mas devem atentar para o uso da norma culta, cujas regras precisam ser dominadas. Em julho de 2011, o Ministério Público Federal arquivou o inquérito civil instaurado contra o MEC (Ministério da Educação) para apurar irregularidades na distribuição da obra. Na foto, Heloisa Ramos - uma das autoras do livro Silva Junior/ Folhapress Mais

Em 2010, o Ministério da Educação enviou a escolas públicas do país um livro que narra o sequestro de um casal, o estupro da mulher e o assassinato do rapaz. O livro "Teresa, que Esperava as Uvas", integra o programa do governo federal que equipa bibliotecas dos colégios públicos. Na época, governo, a autora da obra e a editora defenderam a escolha, por possibilitar que o jovem reflita sobre a violência cotidiana Reprodução Mais

20. mar. 2013 - Livro didático qualifica rock como crime e causa polêmica em Kosovo. "Schools out", do Alice Cooper, comemora um mundo sem escolas (foto) Lucas Lima/UOL Mais

29.out.2013 - Uma prova de língua portuguesa com utilização de palavra obscena foi aplicada em uma escola estadual de ensino fundamental no Acre e causou polêmica entre pais de alunos. Na prova, a palavra "pica" (termo chulo para órgão sexual masculino) foi usada no lugar da fala original da personagem Magali em uma tirinha alterada da Turma da Mônica Efigênia Ferreira/Arquivo Pessoal Mais

24.out. 2013 - Exercício sobre 'afinidades' de meninos e meninas gera polêmica no Facebook Reprodução/Facebook Mamatraca Mais

Dois "paraguais", sexo e palavrão: Relembre polêmicas com materiais usados nas escolas

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