A arte tem o direito de questionar tudo?

Antonio Carlos Olivieri, da Página 3 Pedagogia & Comunicação

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    Uma das pinturas da série "Criança viada", de Bia Leite, que integrava a exposição Queermuseu, em Porto Alegre

    Uma das pinturas da série "Criança viada", de Bia Leite, que integrava a exposição Queermuseu, em Porto Alegre

Em setembro do ano passado, duas exposições de arte – uma no RS e a outra em SP – provocaram revolta e indignação em parte do público, que exigiu o fechamento das mostras, acusando-as de incentivar a pedofilia e de blasfêmia. A primeira delas, intitulada Queermuseu, em Porto Alegre, acabou fechada e a 35o Panorama de Arte Brasileira do MAM (Museu de Arte Moderna) foi investigada pelo Ministério Público de São Paulo. Por outro lado, houve também quem questionasse essa posição contrária às exposições, considerando-a um atentado à liberdade de expressão e uma forma de censura às artes. Nos textos da coletânea que compõem esta proposta de redação, você encontrará informações sobre os episódios, bem como algumas reflexões sobre uma das questões levantadas, que permanece atual: a arte tem o direito de questionar tudo, ou há limites para a liberdade de expressão, em particular da expressão artística?

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