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"Imprecionante", "kafta" e "paralização": as escorregadas de Weintraub

O ministro da Educação, Abraham Weintraub - Pedro Ladeira/Folhapress
O ministro da Educação, Abraham Weintraub Imagem: Pedro Ladeira/Folhapress

Ana Carla Bermúdez

Do UOL, em São Paulo

09/01/2020 10h32

Um erro de português cometido ontem pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, movimentou as redes sociais: o ministro escreveu "imprecionante", ao invés de impressionante, ao responder uma publicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (sem partido) no Twitter.

Logo após a publicação, Weintraub apagou o tuíte com o erro de grafia —mesmo assim, não conseguiu evitar a repercussão negativa. Mas esta não é a primeira vez que o ministro vira alvo de piadas por gafes cometidas nas redes, em documentos oficiais ou até mesmo ao vivo.

Kafka ou kafta?

Em junho do ano passado, Weintraub chamou o escritor Franz Kafka de "kafta" --prato de origem árabe, semelhante a um espetinho de carne. A confusão gramatical aconteceu quando Weintraub participava de uma audiência no Senado.

Acepipes

No Twitter, o ministro também causou alvoroço ao usar a palavra "acepipes" —sinônimo de aperitivo ou petisco— para se referir a apoiadores ou militantes do PT, que também podem ser chamados de asseclas.

"Tranquilizo os "guerreiros" do PT e de seus acepipes o responsável pelos 39 kg de cocaína: NADA tem a ver com o Governo Bolsonaro. Ele irá para a cadeia e ninguém de nosso lado defenderá o criminoso. Vocês continuam com a exclusividade de serem amigos de traficantes como as FARC", tuitou.

"Paralização"

Outro erro de ortografia apareceu em um ofício encaminhado por Weintraub ao ministro da Economia, Paulo Guedes, em agosto do ano passado. No documento, "paralização" (ao invés da grafia correta, paralisação) apareceu duas vezes.

Mais uma vez, o ministro usou o Twitter e se defendeu do erro de ortografia, afirmando que "erros acontecem". "Minha responsabilidade. Não escrevi, mas li e deixei passar", escreveu Weintraub na rede social.

O ministro também usou o espaço para apontar dois erros de digitação em matérias do jornal O Estado de S. Paulo —primeiro a publicar reportagem sobre o ofício com erro— e do site Brasil 247.

Educação