Estupro: como prevenir esse crime?

Antonio Carlos Olivieri, da Página 3 Pedagogia & Comunicação

  • Avener Prado/Folhapress

    Manifestantes colam cartazes contra machismo e violência sexual no tapume que cerca obras no Masp, na avenida Paulista, região central de São Paulo.

    Manifestantes colam cartazes contra machismo e violência sexual no tapume que cerca obras no Masp, na avenida Paulista, região central de São Paulo.

No mês de maio passado, a notícia de um estupro coletivo ocorrido no Rio de Janeiro chocou o Brasil e o mundo, provocando as mais diversas manifestações de indignação. Independentemente da forma como ocorre, o estupro não é um problema exclusivamente brasileiro. Um caso coletivo ocorreu na Índia em 2012 e uma especialista norte-americana no tema já chamou esse tipo de violência contra a mulher de "epidemia social" nos Estados Unidos, o que talvez corresponda ao que esteja sendo chamado aqui de "cultura do estupro". Sobre a existência da violência sexual contra a mulher ser um fato concreto e frequente estão todos de acordo. Já a sobre a maneira de lidar com o crime há bastante controvérsia. Há quem defenda a educação e a mudança da mentalidade machista, além da punição convencional dos culpados: a reclusão por tempo variável (mínimo de seis, máximo de 30 anos). Há quem vá além, propondo soluções mais radicais, como a castração química. Como você encara essa questão? Qual lhe parece o modo certo de lidar com o problema? Por quê? Não deixe de ler os textos da coletânea que podem ajudá-lo a refletir sobre o assunto.

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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