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Redações Corrigidas - Agosto/2018 Redes sociais e manipulação política

Tânia Rego/Agência Brasil
Redes sociais são utilizadas com frequência cada vez maior para manipular o eleitor Imagem: Tânia Rego/Agência Brasil

Antonio Carlos Olivieri, da Página 3 Pedagogia & Comunicação

2018-08-01T05:00:00

01/08/2018 05h00

Há cerca de dez anos, as redes sociais se tornaram uma arma de manipulação da opinião pública, em especial no âmbito político e durante os períodos das campanhas eleitorais. Isso já atingiu 48 países recentemente e o Brasil está entre eles, segundo uma pesquisa da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Na reportagem que informa esta proposta de redação, é possível entender como esse processo manipulativo ocorre. De posse dessas informações, é o caso de se perguntar o que o eleitor pode fazer para não se deixar enganar, escapar das fake news e das promessas igualmente falsas. Ou seja, para votar conscientemente, em candidatos que ele realmente considere aptos a resolver ou contribuir com a resolução dos graves problemas nacionais. Na sua opinião, de que modo os brasileiros podem enfrentar a manipulação política nas redes sociais? Se é que isso é possível...

  • Fake news, perfis falsos e análise de dados

    A ação de partidos e de governos para manipular a opinião pública por meio das redes sociais está crescendo e já atingiu 48 países nos últimos 12 meses, diz um novo estudo feito pela Universidade de Oxford, do Reino Unido.

    São 20 países a mais do que na versão anterior da pesquisa, divulgada há um ano. O crescimento é impulsionado principalmente por países da América Latina e do Sudeste Asiático —o Brasil já estava na lista desde 2017.

    Segundo a pesquisa, esses grupos organizados por atores políticos atuam disseminando fake news (notícias mentirosas), criando perfis falsos para aumentar artificialmente a importância de determinados assuntos e candidatos e usando análise de dados para fazer propaganda a públicos específicos.

    Os palcos preferidos de atuação das organizações manipuladoras continuam a ser o Facebook e o Twitter, mas sua presença tem crescido em outras plataformas, como o WhatsApp, o Telegram, o Instagram, o SnapChat, o WeChat e até mesmo o Tinder, aplicativo usado para relacionamentos.

    Há também registro de ações organizadas para fazer determinado site ou tema ganhar relevância nos principais mecanismos de buscas da internet, como Google, Bing (da Microsoft) e Yahoo!.

    E a tendência é que isso se repita na disputa eleitoral brasileira, segundo a organizadora da pesquisa. "Campanhas de desinformação vão ocorrer em todas as grandes plataformas utilizadas no Brasil", afirmou ela.

    [Folha de S. Paulo]

  • Observações

    Seu texto deve ser escrito na modalidade formal da língua portuguesa.

    Deve ter uma estrutura dissertativa-argumentativa.

    Não deve estar redigido sob a forma de poema (versos) ou narração.

    A redação deve ser digitada e ter, no mínimo, 800 caracteres e, no máximo, 3.000 caracteres.

    De preferência, dê um título à sua redação.

    Envie seu texto até 25 de agosto de 2018.

    Confira as redações avaliadas a partir de 1 de setembro de 2018.

    A redação pode ser enviada para o e-mail: bancoderedacoes@uol.com.br

Redações corrigidas

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Os textos desse bloco foram elaborados por internautas que desenvolveram a proposta apresentada pelo UOL para este mês. A seleção e avaliação foi feita por uma equipe de professores associada ao Banco de redações.

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica foram aceitas até 2012.

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