Terceirização: avanço ou retrocesso?

Antonio Carlos Olivieri, da Página 3 Pedagogia & Comunicação

  • Lúcio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados

    Trabalhadores se manifestam contra a terceirização diante do Congresso, em Brasília

    Trabalhadores se manifestam contra a terceirização diante do Congresso, em Brasília

 

Uma palavra se tornou frequente no noticiário brasileiro atual: terceirização, uma medida que integra o pacote de reformas do governo federal. A terceirização é uma forma de organização de empresas, em que elas não precisam contratar trabalhadores para atividades não relacionadas àquilo que produzem. As faxineiras de uma fábrica de automóveis ou os agentes de segurança dos bancos, por exemplo, são geralmente funcionários terceirizados, contratados por empresas especializadas em oferecer serviços de recursos humanos ou de segurança. A terceirização se generalizou nos países desenvolvidos no início dos anos 1960. Ganhou força na atualidade, com a globalização. Chegou ao Brasil por volta da década de 1990. O que se discute agora, no país, é a possibilidade de se terceirizar também a atividade-fim: uma metalúrgica poderia utilizar os serviços de operários terceirizados, sem contratá-los, negociando com uma empresa que fornece mão de obra especializada. O tema é polêmico, como mostra a coletânea de textos que informa essa proposta de redação. Leia-os e redija uma dissertação argumentativa a favor ou contra a terceirização, de acordo com o seu ponto de vista sobre a questão.

 

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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