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REDAÇÕES CORRIGIDAS - Janeiro/2018 A arte tem o direito de questionar tudo?

Redação corrigida 500

A arte pode funcionar como uma ferramenta

Erro Alteração Correção

A arte pode funcionar como uma ferramenta de questionamento, levando seu espectador a uma reflexão. Porém, em certas ocasiões ocasiões, pode ser mal vista malvista, por ser usada como um canal de comunicação entre o artista e o presenciador público, expondo sua ideia sobre determinado tema, o que provoca diversas reações, seja ela negativa ou positiva.

Um dos exemplos do seu poder sobre o de questionamento está no movimento conhecido como dadaísmo Dadaísmo, que criticava a forma como os artistas faziam arte. A forma como a arte é vista também deve ser levada em consideração, já que sua definição varia, sendo assim questionar o que é a arte por si só a torna questionável.

Como toda obra ou manifestação artística carrega uma ideia que pode ou não ser do autor, por vezes ocorre uma divergência pelo com o espectador, como por exemplo quando se toca em assuntos como política e religião. Deve ser levado em consideração que nem sempre o que está presente em uma expressão artística é o que o autor defende, e sim que o autor quer levar a à reflexão sobre por meio de sua obra. Casos como o da exposição do Banco Santander, que foi muito questionada por em consideração assuntos relacionados a à ideologia politica política, e o do MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo), trazem um questionamento sobre o limite da arte, o que leva o presenciador espectador a questionar o artista e sua obra.

Da mesma forma que foi colocado no começo, a arte tem um papel fundamental na reflexão sobre os mais variados temas, e que, por vezes, causam estranhamento dos espectadores. Dessa forma, é muito importante que quem observa a arte, leve em conta tudo o que ela possa pode oferecer. Levar a serio sério a arte nas escolas seria uma solução para criar um senso mais aguçado nas pessoas. Por fim fim, questionar a arte e seu papel está acima do proprio próprio questionamento que a arte pode vir a fazer.

Comentário geral

Texto mediano. É prolixo demais e o autor tem tanta dificuldade de deixar claras suas ideias que obriga o leitor a leituras e releituras a fim de compreendê-las. Mesmo assim, o leitor ainda fica com dúvidas, pois o ponto de vista do autor sobre a arte parece ambíguo: ela pode chocar o público, mas também pode ser questionada e a solução para isso é educar as pessoas para a arte. Aparentemente, o autor respondeu a pergunta do tema com um “nem sim nem não, muito pelo contrário”. O que se pode sugerir ao autor é que ele esclareça para si mesmo as ideias que tem antes de escrever, de modo esquemático, e só então passe a redigir.

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: a) a arte só pode questionar quando comunica algo. Então essa oposição entre ferramenta de questionamento e canal de comunicação nada significa. b) Existe o termo presenciador, mas ele não é comum, o que também ajuda a dificultar a compreensão do texto.

2) Terceiro parágrafo: o Queermuseu gerou um debate moral, cujo caráter político é secundário.

Competências avaliadas

As notas são definidas segundo os critérios da pontuação do MEC
Título nota (0 a 1000)
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 100
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 100
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 100
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 100
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 100
Nota final 500

Redações corrigidas

Título nota (0 a 1000)

Os textos desse bloco foram elaborados por internautas que desenvolveram a proposta apresentada pelo UOL para este mês. A seleção e avaliação foi feita por uma equipe de professores associada ao Banco de redações.

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012.

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