A educação é um bebe [bebê]

NOTA 0,0

Conhecimento sobre a realidade do brasileiro é para a política apenas números de lucro ou dívidas a serem pagas, pois são poucos os que já passaram por escolas públicas e hoje nos representam, a base dos problemas educacionais começam começa em Brasília.

Educar a ignorância sobre o país trazida pelos alunos - que não entendem de política porque seus pais e amigos não debatem temas como crise econômica, corrupção ou alienação, por exemplo - enquanto a mídia anuncia, de modo sensacionalista, os feitos das operações policiais forma opiniões de que tudo pode ser feito e não existe justiça, logo é uma batalha árdua para qualquer professor.

A escola ajuda na formação de caráter, no entanto, nossos mestres não podem arcar com a responsabilidade fora do horário de aula. Os projetos para incluir os jovens, estão jovens estão "sem verba" e diminuindo, não há incentivo da mídia ou do governo para que eles busquem realidades e se tornem resilientes em sua comunidade.

Segundo Rousseau "A educação do homem começa no inicio início de seu nascimento", logo é preciso educar os pais desde a infância, durante e após o nascimento de seus filhos, criar mais grupos para jovens e adultos entenderem a história e atualidade de nosso país.

Comentário geral

 

É lamentável ter de atribuir uma nota tão baixa a um texto cujo autor demonstra ter ideias, algumas das quais vigorosas e contundentes. No entanto, em termos de linguagem, o texto é completamente agramatical, o autor se expressa com uma sintaxe própria, que não é da língua portuguesa, e, portanto, não consegue transmitir ao leitor, com clareza e precisão, o que ele tem a dizer. Não bastasse isso, o tema proposto é apenas tangenciado, pois o autor nada fala sobre a valorização do professor.

 

Aspectos pontuais

 

1) Primeiro parágrafo: traduzindo para a língua portuguesa, o autor parece dizer que a educação só interessa aos nossos governantes, na medida em que pode lhes trazer lucro, portanto, o núcleo do problema educacional se encontra em Brasília, a sede do Estado brasileiro. Ninguém questionaria essa posição e não faltam fatos concretos para comprová-la, só que o autor redigiu tudo isso de modo extremamente confuso.

2) Segundo parágrafo: em termos de sintaxe, o parágrafo é desastroso, porque o autor tenta falar de muitas coisas ao mesmo tempo, num período gramatical muito longo, em que os elementos que fazem a conexão entre as orações, quando existem, são precários.

3) Terceiro parágrafo: embora seja o único em que o autor consegue se expressar clara e corretamente, termina com expressões cujo significado é vago: o que quer dizer, exatamente, buscar realidades? Tornar-se resilientes em sua comunidade? Como assim?

4) Quarto parágrafo: a citação de Rousseau está incorreta. Onde o autor da redação fala em início, Rousseau fala em momento. "A educação do homem começa no momento de seu nascimento". Início do nascimento é quando o bebê começa a sair do ventre materno e seria impossível afirmar que o bebê esteja tendo algum de aprendizado formal nesse exato instante. O parágrafo prossegue com outros disparates: educar os pais na infância? Na infância, a maioria das pessoas ainda não se tornou nem pai nem mãe... E como se faria essa educação dos pais, antes, durante e depois do nascimento de seus filhos? Haveria professores particulares para cada pai e mãe do planeta? Que grupos de jovens são esses? Ensinar-lhes história e atualidades já não é feito nas escolas, de um modo geral?

 

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 0,0
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,0
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,0
Nota final 0,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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