A esperança azul e branca

NOTA 2,5

Os protestos protestos, no fim de 2015, mostra mostram o anseio dos doentes e suas famílias pela a esperança esperança.

Tal esperança é retirada delas com a notícia de que seu parente têm tem câncer, que a quimioterapia não é mais eficaz em seu caso.

A fosfoetanolamina fosfoetanolamina, usada como último recurso recurso, deve ser seu principal tratamento. Melhor que um abraço apertado, ela trás traz conforto com seus resultados positivos positivos, sendo ou não apenas uma "pílula de açúcar".

A cura do câncer deve ser tratada como uma grande descoberta por cientistas e não criticadas criticada sobre sua eficácia. Cabe ao governo investir na comprovação desta, acabar com suspeitas, ou desvendar mistérios por trás da droga no menor período de tempo possível, liberar a fabricação e distribuir apenas aos pacientes em estado terminal terminal, pois ainda não se sabe seu efeito a longo prazo.

Comentário geral

Texto fraco. Em termos estruturais, não é uma dissertação, mas uma série de declarações avulsas, que expõe mal os fatos, de modo muito subjetivo. Em termos de conteúdo, o autor demonstra que não conhece muito bem a discussão sobre a liberação da fosfoetanolamina e acredita plenamente na sua eficácia, indo na contramão da ciência. Ainda assim, sugere que ela só deve ser usada como último recurso e, no final, afirma que cabe ao governo comprovar essa eficácia, contradizendo-se. Em termos de linguagem, há erros gramaticais, ambiguidade e confusão.

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: era necessário deixar claro na frase a que protestos o autor se refere. Falar em protestos do final de 2015 é genérico demais para que se possa identificar claramente qual dos muitos protestos acontecidos está em pauta.

2) Segundo parágrafo: no parágrafo anterior, fica-se com a impressão que a esperança é a fosfoetalonamina. Agora, fala-se em outro tipo de esperança, relacionada ao fato de ficar desenganado porque um parente tem câncer. Detalhe: no parágrafo anterior, falava-se na esperança de doentes e familiares. Aqui, ao usar o pronome feminino, o autor parece só falar das famílias.

3) Terceiro parágrafo: a) o uso de nomes e pronomes pelo autor é completamente inadequado e agramatical. Sabemos ao que ele se refere quando diz seu tratamento, mas ele põe o pronome seu no lugar de um nome sequer mencionado nesse parágrafo. b) A comparação de um medicamento com um abraço apertado é despropositada. Claro que melhoras trazem conforto aos doentes e esperanças à sua família, mas o remédio não visa proporcionar esse tipo de conforto, visa combater a doença. c) O governo já liberou a fosfoetanolamina, fato que o autor parece não levar em consideração nas tarefas que ele lhe atribui.

4) Quarto parágrafo: a) o autor começa com uma banalidade: claro que a cura do câncer seria uma grande descoberta. Ao mesmo tempo, mostra que ele sabe pouco sobre o câncer, que não é uma única doença, conforme se lê na coletânea de textos que informa a proposta de redação. b) O que o autor quer dizer com desvendar mistérios em relação à fosfoetanolamina? c) A questão toda é muito mais complexa do que a redação dá a entender.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 0,5
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,5
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,5
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,5
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,5
Nota final 2,5
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

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