A Liberação da Fosfoetanolamina

NOTA 5,0

Pesquisadores do Instituto de Química da USP, em São Carlos, criaram um composto denominado Fosfoetanolamina fosfoetanolamina, conhecido popularmente como a "pílula do câncer", pois a droga estaria relacionada com a cura da doença. Acreditando em sua real eficácia, várias pessoas protestaram a favor da liberação legal da pílula, e neste ano de 2016, a presidenta Dilma Rousseff fez um decreto aprovando a liberação da liberação da pílula, levando a presidente Dilma Rousseff a sancionar uma lei nesse sentido.

Contudo, médicos e cientistas, não cientistas não concordam com esta aprovação por essa aprovação, devido à falta de experimentos testados de forma correta experimentos científicos, que comprovem sua real efetividade a efetividade do medicamento em relação as milhares às centenas de formas que o câncer pode se manifestar em determinado organismo do câncer.

No entanto, pacientes que já sofrem com o estágio avançado da doença, ou até mesmo aqueles que buscam incessavelmente uma cura para este mal, consideram que a Fosfoetanolamina fosfoetanolamina realmente trouxe algumas melhorias, ou até mesmo a cura alguns benefícios ou até mesmo a cura para seus usuários. Os cientistas explicam este fato como sendo decorrente do efeito placebo, no qual as pessoas apresentam algum tipo de recuperação, não por causa da droga, mas sim pela sua fé.

Depois de vários pedidos pela liberação da pílula, a presidenta cedeu, criando uma lei que consta a aprovação do aprova o uso do remédio, mesmo sem o concedimento consentimento de médicos e cientistas. A atitude da presidenta Dilma pode ter sido precipitada, por não haver fatos científicos que comprovem os resultados do remédio em seres humanos.

É evidente que não se pode deixar de lado os relatos de pessoas que apresentaram melhoras no seu quadro de saúde em relação a à doença, entretanto, há uma grande necessidade de se pesquisar mais sobre a pílula e seus efeitos, para que haja realmente uma comprovação sobre sua eficácia.

Comentário geral

O texto é regular, mas fica se enquadra mais no gênero expositivo do que no argumentativo (ver). Só no parágrafo final, o autor apresenta claramente o seu ponto de vista sobre a questão. Há vários problemas de linguagem, mas eles não chegam a prejudicar a comunicação.

Aspectos pontuais

1) Terceiro parágrafo: a) a quem o autor se refere quando fala em aqueles que buscam incessavelmente a cura para esse mal? Aparentemente, não são os cientistas, pois esses são contrários à liberação apressada da fosfoetanolamina. Ao mesmo tempo, só podem ser pesquisadores, pois são eles quem estuda o mal e busca sua cura. Desse modo, a expressão em negrito tem um significado bastante confuso. b) pela sua fé é também uma expressão ambígua, pois não se trata de fé no sentido estrito, isto é, fé religiosa, mas de fé no poder do medicamento. Desse modo, a explicação do efeito placebo não apresenta a devida correção.

2) Quarto parágrafo: os médicos e cientistas podem discordar de uma lei, mas não podem consentir que ela seja ou não sancionada, pois não são autoridades políticas.

5) Quinto parágrafo: as pesquisas podem comprovar ou não a eficácia do medicamento. Do jeito que está escrito no texto, elas necessariamente vão comprovar a eficácia.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 1,5
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 1,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,5
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 1,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 1,0
Nota final 5,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

Copyright UOL. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução apenas em trabalhos escolares, sem fins comerciais e desde que com o devido crédito ao UOL e aos autores.

UOL Cursos Online

Todos os cursos