A mão invisível do Estado

NOTA 1,0

Quando a mão invisível do estado Estado se desequilibra em sua Competência, abre-se competência, abrem-se brechas para que o anti ético antiético se torne legal, e na eminencia iminência dessa pseudo legalização pseudolegalização pequenos buracos inconstitucionais se abrem e o que era para servir de exemplo torna-se frágil e duvidoso. O que induz o infrator esta está diretamente ligado ao que a lei prevê, ou deveria prevê ou deveria.

Há quem não saiba de inúmeros crimes contra o patrimônio publico público que não foram descobertos. A delação premiada pode até ser uma forma de desdobramento, mas ao mesmo tempo é a própria taxação de incapacidade de resolver problemas mais complexos. A preguiça dando ideias a novas formas de investigação.

A opção de delação da forças e abre margens a novas formas indiretas de legalizar o que é anti ético antiético, como é o caso em questão. Nessa caso, teríamos a própria institucionalização da traição, dando espaço legal para que os brasileiros deixem de se de confiar entre si e tornarem-se se tornem cidadãos cheios de desconfiança.

Não devemos também ser completamente obscuro obscuros ao ver a delação com maus olhos, sabe-se muito bem que em vários países essa pratica prática facilitou as investigações policiais. Dando policiais, dando mais rapidez a à conclusão de inquéritos e trazendo justiça aos injustiçados, ódio aos delatados. Devamos Devemos então considerar a traição como algo normal para usar para o bem de todos?

Desde de criança crianças, nossos pais nos ensinaram, e até mesmo na escola, sobre o significado de trair. Mas é preciso ter bom senso, visão holística e saber qual o melhor contexto da delação, ainda mais se for premiada (brinco). O caráter deve ser uma característica que deve aflorar em nossas personalidades e as técnicas investigativas também na lei penas penais.

Comentário geral

Lamentavelmente, o texto é muito fraco, insuficiente mesmo, do ponto de vista da comunicação. Talvez para mascarar a sua falta de ideias, o autor escreve frases obscuras ou enigmáticas que apenas aparentemente têm sentido. Infelizmente, é isso o que predomina no texto: a falta de sentido. De resto, aqui e ali, algumas ideias contraditórias são comunicadas: a traição é antiética, mas no caso da delação premiada ela pode às vezes ser ética às vezes não. De resto, o autor não compreendeu o que significa, de fato, a lei da colaboração premiada, até porque parece que ele está falando de um ponto de vista totalmente abstrato e pretensamente filosófico, colocando-se fora da realidade.

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: além dos muitos erros ortográficos, é agramatical, ou seja, o autor utilizou a linguagem de modo ultrassubjetivo, de modo que só ele mesmo é capaz de explicar o que está dizendo. O leitor não conseguiria sequer fazer uma paráfrase do texto, ou seja, colocar as ideias do texto em suas próprias palavras, porque simplesmente não são decifráveis as ideias do parágrafo.

2) Segundo parágrafo: Começa com uma afirmação banal: se os crimes ainda não foram descobertos, é evidente que há muita gente que não sabe que eles existem. Todo o resto do parágrafo, onde não agramaticalidade, há equívoco. Dizer que a delação premiada surge da preguiça de investigar é um disparate do ponto de vista policial e jurídico.

3) Terceiro parágrafo: depois do trecho agramatical assinalado em vermelho, o autor faz outra afirmação equivocada sobre institucionalização da traição. Aparentemente, ele está julgando a lei pela perspectiva dos criminosos, que são os únicos que podem considerar os delatores como traidores. Da perspectiva do Estado de direito, não é isso o que ocorre. De resto, o autor confunde as perspectivas morais e legais.

4) Quarto parágrafo: a) O que o autor quis dizer com obscuro? O significado que esta palavra tem no português não cabe aí. b) O que é mais importante: a justiça aos injustiçados ou o ódio dos delatados? É de se supor que é a justiça. Então, o ódio dos delatados não vem ao caso e nem deveria ser mencionado.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 0,0
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,5
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,5
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,0
Nota final 1,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

Copyright UOL. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução apenas em trabalhos escolares, sem fins comerciais e desde que com o devido crédito ao UOL e aos autores.

UOL Cursos Online

Todos os cursos