As drogas e suas consequências

NOTA 1,5

No início do ano de 2017 foram encadeadas desencadearam-se diversas rebeliões em vários presídios do Brasil entre facções rivais, causando centenas de mortes. Uma das causas dessa rivalidade é o comando dos presídios e das regiões de pontos estratégicos para o tráfico de drogas, que é um dos principais meios de sustendo sustento e financiamento dessas gangues.

O tráfico de drogas é um crime equiparado ao hediondo, com penas mais rigorosas; já para o usuário, a pena é mais branda, cuja lei "das drogas" é cominada branda: a lei prevê apenas medidas alternativas, despenalizando o crime de consumo próprio (quem consome para si próprio).

Esses produtos químicos em certas ocasiões causam químicos, podem causar vício ao usuário, ficando tornando-o dependente das mesmas dos mesmos, causando muitas vezes desestruturação na vida e na convivência com a família.

Com o objetivo de retirar e tratar os dependentes químicos da Cracolândia (maior centro de usuários de drogas de São Paulo), O o Governo de São Paulo ofereceu ajuda e tratamento para aqueles que quisessem sair do vício das drogas. Essa medida causou teve repercussão nas mídias devido ao uso de forças policiais, desmanche de barracos e prisões de armas e drogas.

Sem o usuário final, o consumidor, o tráfico tendi tende a não existir, pois são eles os principais clientes das mercadorias; há é ele o principal cliente dos entorpecentes. Há quem diga que legalizando as drogas, tornaria a legalização das drogas tornaria o tráfico insubsistente, mas isso tem que ser debatido e estudado, e quem sabe sabe, no futuro futuro, ser aceita aceito pela maior parte da sociedade, assim como o álcool.

Comentário geral

Texto fraco, que apenas tangencia o tema. Tem caráter expositivo, além de ser marcado por erros graves, entre os quais a redundância e a tautologia. O autor expõe alguns fatos desconectados entre si sobre as drogas e não se posiciona sobre o tema. Consequentemente, não há um ponto de vista a ser defendido.

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: a) encadear é um vocábulo inadequado para a situação apresentada e, estilisticamente, é melhor usar o verbo na voz passiva pronominal. b) O autor abusa do substantivo causa e do verbo causar ao longo do texto, a começar por aqui.

2) Segundo parágrafo: a) no trecho assinalado, mistura-se a linguagem coloquial, que predomina no texto, com vocábulos jurídicos (p. ex. cominar). Além disso, a sintaxe está truncada. b) A explicação de consumo próprio é tautológica.

3) Terceiro parágrafo: a) drogas não são necessariamente produtos químicos. Essa expressão é mais adequada às chamadas drogas sintéticas, mas o autor está falando genericamente. b) A distinção entre vício e dependência só faria sentido num texto científico sobre a questão. Aqui é outra tautologia.

4) Quarto parágrafo: o autor não explica se se refere ao estado ou ao município.

5) Quinto parágrafo: o que o autor quer dizer ao afirmar que sem consumidor o tráfico não existiria? Que os consumidores deveriam ser eliminados? E a legalização? Extinguiria os consumidores? Qual a relação entre as duas informações em vermelho? Nenhuma. Por isso não há nem conclusão nem proposta de intervenção.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 1,0
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,5
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,0
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,0
Nota final 1,5
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

Copyright UOL. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução apenas em trabalhos escolares, sem fins comerciais e desde que com o devido crédito ao UOL e aos autores.

UOL Cursos Online

Todos os cursos