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REDAÇÕES CORRIGIDAS - Novembro/2019 Um réu deve ou não ser preso após a condenação em 2ª. instância?

Redação corrigida 480

Em caso de dúvida, liberdade ou prisão?

Inconsistente Erro Correção

A condenação em segunda instância está causando muitas discussões no meio jurídico. Após a decisão de liberar alguns presos condenados em segunda instância, dentre eles o ex-presidente Lula, o assunto está presente diariamente na imprensa e nas mídias sociais.

Trata-se de um assunto muito delicado, pois envolvem envolve crimes que prejudicaram uma outra parte e que causaram danos irreparáveis para alguns. A justiça brasileira precisará analisar com muita cautela qual decisão será tomada, visto que não agradará parte da população independente independentemente da decisão que for tomada.

Deve-se levar em conta que está sendo analisado apenas o lado do suposto criminoso e pouco se fala ou se faz para que a justiça seja feita de uma maneira que o(s) prejudicado(s) os prejudicados fiquem satisfeitos com as decisões proferidas. A justiça brasileira precisa fazer algumas modificações nas leis para que os acusados tenham a punição adequada e para demonstrar para a à população que a justiça ela funciona, minimizando ao máximo a sensação de impunidade e fortalecendo a credibilidade jurídica sua credibilidade perante a população.

Portanto, os condenados em segunda instância devem aguardar presos por seus julgamentos enquanto a justiça faz a parte dela apurando todos os fatos e recursos que forem necessários para que seja sentenciada a decisão correta.

Comentário geral

Texto fraco, cujos poucos méritos se encontram nos parágrafos finais.

Competências

  • 1) O autor se expressa mal, a começar por falar em "condenação em segunda instância", quando a questão é a prisão após essa condenação. A seguir faz uma confusão temporal, dizendo que a justiça decidiu liberar alguns presos, para, a seguir, dizer que a decisão ainda não foi tomada. Além disso, é redundante e escreve banalidades, quando se estende em explicar que os crimes prejudicam ou causam danos às vítimas.
  • 2) O terceiro parágrafo evidencia que o autor teve alguma compreensão do tema e fez uma reflexão argumentativa sobre ele.
  • 3) Em palavras simples, o autor percebeu o que está em questão: a proteção exagerada para o réu, em detrimento da vítima.
  • 4) O texto tem alguma unidade, mas não chega a seguir uma linha de raciocínio construída com o uso apropriado dos recursos coesivos.
  • 5) Mais uma vez se expressando muito mal, o autor dá a entender que o condenado em segunda instância deve ser preso, antes de entrar com outros recursos a que tem direito.

Competências avaliadas

As notas são definidas segundo os critérios da pontuação do MEC
Título nota (0 a 1000)
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 80
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 120
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 120
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 80
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 80
Nota final 480

Redações corrigidas

Título nota (0 a 1000)

Os textos desse bloco foram elaborados por internautas que desenvolveram a proposta apresentada pelo UOL para este mês. A seleção e avaliação foi feita por uma equipe de professores associada ao Banco de redações.

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012.

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