Escravidão no mundo, basta!

NOTA 1,0

Muitos povos já foram escravizados durante a história brasileira: os índios, os negros e seus decentes descendentes, e imigrantes de diversas nacionalidade. Após décadas da abolição, o trabalho escravo ainda acontece nos dias atuais, o qual abrange afetando pessoas em vulnerabilidade social.

É importante pontuar apontar de início como, a como a escravidão moderna é um fato atual que afeta 45,8 milhões de pessoas em todo o mundo. As consequências desse tipo de prática são danosas para toda a população. Muitas crianças que poderiam estar estudando, jovens se profissionalizando e e, consequentemente, contribuindo para a evolução do país país, estão condenados a essa situação indígena.

É fundamental pontuar ainda, as ainda as situações hediondas que essas pessoas vem passando, como o tráfico de pessoas, a exploração sexual, o recrutamento de pessoas para conflitos armados entre outras. Práticas essas que ferem os direitos humanos, e consequentemente tirando o direito de muitos cidadãos.

Portanto Portanto, para acabar com a escravidão moderna, são necessários conjuntos de medidas, e medidas e fiscalização precisa do governo, para confiscar produtos tenham feitos por mão de obra escrava e aplicar multas para desencorajar a prática no mercado. Além disso criar ouvidoria simplificada e funcional, para que as pessoas denuncie denunciem a prática.

Comentário geral

Texto muito fraco, confuso, com equívocos conceituais, que nem chega a ser uma dissertação propriamente dita, já que não há argumentação em defesa de um ponto de vista. Além disso, fica claro que o tema da redação – a persistência da escravidão nas sociedades humanas – não foi compreendido, pois inexiste qualquer referência a isso no texto, além da afirmação de que a escravidão continua a existir. A redação só escapa do zero porque o autor consegue comunicar, ainda que mal, as suas ideias e pelo fato de fazer sugestões de como lidar com o problema, mesmo que essas propostas sejam bastante limitadas. 

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: a) a referência à escravização de imigrantes é confusa, em termos temporais, pois se trata de um problema contemporâneo e não de algo que aconteceu no passado, na história do Brasil. No Brasil colonial e imperial, ocorreram apenas a escravização de índios e negros. b) A abolição ocorreu há mais de um século, então, não há razão para falar somente em décadas após a abolição. c) o que o autor entende por vulnerabilidade social? Seria melhor explicar, pois a expressão é muito abrangente. Além disso, a escolha do vocabulário, no caso de abranger, é ruim, pois se trata de afetar, de atingir os pobres e miseráveis. O uso do pronome relativo o qual também é ruim, uma vez que está afastado do antecedente a que ele se relaciona.

2) Segundo parágrafo: a) o autor usa reiteradamente o verbo pontuar em sentido inadequado. O que ele quer dizer é apontar. b) Se a escravidão moderna não fosse um fato atual não se chamaria escravidão moderna. c) O que o autor quis dizer com situação indígena? Talvez indigna...

3) Terceiro parágrafo: a) por que é fundamental apontar as condições hediondas? Se isso é fundamental, há razões para apontá-las, mas o autor não relaciona os exemplos de condições hediondas com o que está dizendo. Ele apenas cita exemplos. b) Se as práticas ferem os direitos humanos, é óbvio que ela tira (melhor seria dizer não respeita) os direitos dos escravizados.

4) Quarto parágrafo: que conjunto de medidas? O autor não diz e não inclui fiscalização e multa entre elas, de vez que não as cita como parte desse conjunto de medidas. De resto, o Código Penal brasileiro já faz mais do que apenas multar os culpados, condenando-os à prisão. Não se trata de desencorajar a prática, mas sim de puni-la. De resto, a escravidão moderna pode ser denunciada diretamente à polícia. Não é necessário criar uma ouvidoria para isso. Por outro lado, caso se crie uma ouvidorial é de esperar que ela seja eficiente e de fácil acesso. Por que o autor diz que a fiscalização deve ser precisa? Evidentemente, não se espera que a fiscalização seja imprecisa e acuse quem não merece ser acusado.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 0,5
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,0
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,5
Nota final 1,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

Copyright UOL. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução apenas em trabalhos escolares, sem fins comerciais e desde que com o devido crédito ao UOL e aos autores.

UOL Cursos Online

Todos os cursos