Falta de consciência

NOTA 4,0

Combatê-lo nunca foi tão difícil como na atualidade. Apesar de sua insignificância em tamanho, o transmissor da dengue ressurge cada vez mais potente, no potente no Brasil. Esse ano Neste ano, veio transportando um oponente inimigo ainda mais aterrorizante: o Zika Vírus. Surge assim um questionamento: por que não se consegue abater o Aedes Aegypti aegypti definitivamente?

De certa forma, analisando a sociedade moderna, a solução para o extermínio de mosquitos não era para ser deveria ser tão difícil. Hoje, pelo mundo, cria-se de tudo, combate-se quase tudo. No Brasil, quando não se cria, copia-se. Então por que nenhuma arma contra essa "peste" ainda foi ainda não foi criada? Na verdade, para extingui-lo, necessário nem seria criar. Basta atentar às recomendações dos órgãos de saúde, os de combate ao epidêmico mosquito. Se cada indivíduo fiscalizasse seu quintal, eliminado possíveis habitar de lavras criadouros de larvas do inseto, tão logo logo ele estaria erradicado.

Mas, de fato, a sociedade brasileira parece não ter dado conta da gravidade da epidemia. Não são raras é rara a constatação de novos casos de doenças causadas pelos vírus transportados pelo mosquito. Todo o país sobre o mal da dengue, do Zika, do Chikungunya. Menos raros ainda são os lares com locais propícios a novas chocas de ovos, ou já infestados por lavras. Mesmo com os incansáveis voluntários diuturnamente combatendo, orientando, eliminando água parada, as incidências de doenças se replicam. Talvez porque porque, a cada esquina esquina, esses voluntários deparam-se com novos descasos, com indiferença. É uma moléstia que se alastra sobre a devido à irresponsabilidade da população brasileira.

Assim, vence o insignificante diminuto contra o racional involutivo de consciência. Derrota mais pela falha de combate da sociedade brasileira do que pelo poder de resistência. Apenas transporta mutantes que assombram e padecem muitos brasileiros. Quem sabe em um novo voo ele tripule um transmissor que ao invés de reduzir cérebro, aumente consciências.

Comentário geral

Texto fraco, que começa bem e vai piorando conforme vai se desenvolvendo. A argumentação do segundo parágrafo é muito confusa. O autor fala na criação de métodos de combate só para afirmar que a criação, no caso do Aedes aegypti é desnecessária. Ora, se é desnecessário, para que falar nisso? E o terceiro parágrafo só reforça, fazendo divagações, o ponto essencial do parágrafo anterior, isto é, afirmar que a população não faz a sua parte. Para puxar a nota do texto mais para baixo, o último parágrafo é meramente retórico, como se o autor quisesse terminar poeticamente a dissertação. Ora, a dissertação é um texto objetivo em que não cabe esse tipo de "viagem".

Aspectos pontuais

1) Segundo parágrafo: a) como dissemos no comentário geral, falar em criação é parcialmente desnecessário para o argumento e não precisava ocupar tanto espaço no parágrafo. Agora, falar que o Brasil não cria, só copia, é completamente desnecessário; é uma divagação que só prolonga o tetxo sem nada lhe acrescentar de substancial. b) falar em epidêmico mosquito é procurar usar uma linguagem figurada que não é adequada a um texto objetivo.

2) Terceiro parágrafo: a) Não existe oração sem verbo. Logo, o primeiro trecho em vermelho não é uma oração e está desprovido de sintaxe. b) Choca como efeito do verbo chocar não existe em português, de acordo com os dicionários. Ademais, mosquitos não chocam ovos, como fazem as aves.

3) Quarto parágrafo: Como um todo, não faz sentido. Há inúmeras expressões obscuras como: racional involutivo de consciência e tripule um transmissor. Há erros de regência e, além disso, termina com a declaração absurda de que o mosquito (o tal insignificante diminuto, o que já é uma redundância) poderá despertar a consciência da população. Aviso: dissertação não comporta esse tipo de "viagem na maionese".

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 1,0
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 1,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 1,0
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 1,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,0
Nota final 4,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

Copyright UOL. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução apenas em trabalhos escolares, sem fins comerciais e desde que com o devido crédito ao UOL e aos autores.

UOL Cursos Online

Todos os cursos