Fatalidade Em Mariana

NOTA 1,0

Relativo Relativamente ao fato que aconteceu em Mariana Mariana, é possível afirmar que esse acontecimento não foi negligencia mais negligência, mas uma fatalidade, tendo em vista que esse fato foi algo que mexeu muito com os moradores da cidade, não só o que aconteceu com os moradores, mas também, as muitas mortes.

A fatalidade ocorrida no dia 5 de novembro de 2015, trouxe bastantes 2015 trouxe muitos desastres para a cidade de Mariana
os Mariana. Os moradores da região ficaram muitos muito abalados com o acontecimento, pelo acontecimento. Pelo que foi dito pelos repórteres e os pelos depoimentos de alguns moradores moradores, podemos perceber que foi uma fatalidade e não um negligencia uma negligência.

Entretanto Entretanto, as muitas mortes que ocorreram foram o que comprovaram foi o que comprovou que foi uma fatalidade, pois ninguém poderia ser negligente o suficiente, para suficiente para saber o aconteceria e deixar acontecer, mesmo sabendo que milhares de pessoas poderiam morrer.

Dessa forma forma, posso dizer que foi uma fatalidade o que ocorreu em Mariana e lamentar pelas pessoas que morram morreram e perderam tudo nessa tragédia e deixar nas mãos de quem pode resolver.

Comentário geral

Texto muito fraco que, em quatro parágrafos, repete - somente repete - que o ocorrido em Mariana foi uma fatalidade e não uma negligência. O caráter exclusivamente redundante do texto é inquestionável. A redundância é tanta, que não há propriamente uma dissertação, mas a repetição de uma tese, repetição que, em geral, não apresenta argumentos para comprová-la, exceto no terceiro parágrafo.

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: a) o autor afirma que foi uma fatalidade porque mexeu muito com os moradores. Seguindo essa linha de raciocínio, um gol num jogo de futebol também seria uma fatalidade, pois mexe muito com os torcedores do time que o marcou. É óbvio que isso não faz o mínimo sentido e dá a entender que o autor não sabe ao certo o que significa fatalidade. b) não só o que aconteceu aos moradores, mas também as muitas mortes. Como assim? As mortes não aconteceram entre os moradores?

2) Segundo parágrafo: mais uma vez, demonstra-se não entender o significado de fatalidade, pois a fatalidade não trouxe desastres. Os desastres, de fato, constituem a realidade.

3) Terceiro parágrafo: aqui, depois de repetir que foi uma fatalidade, o autor realmente apresenta um argumento, o de que ninguém conscientemente deixaria o desastre acontecer. Mas há que notar que é um argumento ingênuo, pois, aparentemente, a situação de risco das barragens já fora apontada pelos órgãos de fiscalização e a mineradora não tomou providências.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 0,5
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,5
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,0
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,0
Nota final 1,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

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