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REDAÇÕES CORRIGIDAS - Março/2019 Cantar ou não cantar o hino nacional? Eis a questão...

Redação corrigida 100

Honra em saudar a pátria

Inconsistente Erro Correção

A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que define os direitos e deveres dos cidadãos cidadãos, garante entre os demais símbolos o hino nacional brasileiro.

No entanto, a dubiedade em diversos setores da sociedade, não oculta o valor que que, além de cultural e ainda histórico histórico, possui o ato de cantar o hino nacional do Brasil.

Ante os fatos apontados, a relevante cultura de saudar o país por meio de seus símbolos denota não apenas um gesto moral e popular de patriotismo nobre, mas ainda convém citar como já dizia citar Frederich Friedrich Nietzche: "A moralidade é a melhor das regras para orientar a humanidade".

Uma vez que, urge similarmente relatar o contexto histórico que, assim sendo, representa as grandes glorias glórias do passado bem como se reproduz em sua letra, além do mais, os grande grandes marcos alcançados pelo país celebrados ao entoar esse símbolo da pátria faz jus a notável honra agregada ao feito.

Consequentemente, pois, findando as incertezas, são medidas correspondentes tanto por parte do governo através dos ministérios da cidadania junto ao das relações exteriores promoverem com seus meios publicitários mais os informativos o estimulo cultural tornando praxe esse ato nobre para a população do Brasil nos eventos adeptos, quanto ainda, por parte do povo brasileiro que honrado pela história possa estar educando com os princípios morais os mais jovens motivando-os de modo positivo cantar o hino da República Federativa do Brasil.

Comentário geral

Infelizmente, o texto é precário em todas as competências. Não seria impossível que outro corretor atribuísse a ele uma nota zero.

Competências

  • 1) A precariedade da linguagem, que se manifesta aos poucos nos primeiros parágrafos até atingir a totalidade dos parágrafos finais, prejudica a redação como um todo. Talvez empolgado por um orgulho patriótico bastante ufanista, o autor redige períodos e parágrafos agramaticais, isto é, em que a escolha e a combinação das palavras é de tal modo subjetiva que quase nada comunica a ninguém, à exceção do próprio autor.
  • 2) Não há como considerar o texto uma dissertação. Ele é composto por divagações obscuras, das quais se depreende que, na opinião do autor, deve-se cantar o hino nacional pois dele estimula o patritismo.
  • 3) Não há argumentação. Há frases deconexas que até afirmam a importância de cantar o hino nacional, sem apresentar qualquer fato que comprove a afirmação. Fica tudo no domínio da subjetividade do autor. Destaque-se a citação de Nietzsche que é totalmente gratuita, pois o autor não esclarece a relação entre patritismo e moralidade.
  • 4) O texto não apresenta coesão alguma. É composto de divagações avulsas, obscuras e redundantes.
  • 5) O parágrafo final é completamente agramatical. Depreende-se o que o autor sugere, mas isso não está exposto de acordo com as normas mínimas da língua portuguesa.

Competências avaliadas

As notas são definidas segundo os critérios da pontuação do MEC
Título nota (0 a 1000)
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 20
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 20
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 20
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 20
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 20
Nota final 100

Redações corrigidas

Título nota (0 a 1000)

Os textos desse bloco foram elaborados por internautas que desenvolveram a proposta apresentada pelo UOL para este mês. A seleção e avaliação foi feita por uma equipe de professores associada ao Banco de redações.

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012.

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