Luta contra o Aedes aegypti.

NOTA 4,0

Segundo o Ministério da Saúde, em 2015 foram registrados mais de 1,5 de casos de Zika, febre chicungunya Chikungunya e dengue. O Brasil vem tentando combater o aedes Aedes aegypti, entretanto não está obtendo o resultado desejado.

Esse deveria ser o principal questionamento a ser feito pelos governantes responsáveis, qual responsáveis: qual a razão da ineficácia no combate ao mosquito, que tornou-se se tornou mais perigoso com o fato de por transmitir atualmente outros tipos de doenças, além da dengue o dengue, como é o caso do Zika vírus vírus, que causa danos graves como a microcefalia em fetos.

A mudança de estratégia é necessária por estar evidente que a conscientização não é suficiente, por se tratar de um problema complexo complexo, por envolver a deficiência na educação saneamento na educação, no saneamento básico e nas moradias irregulares, o irregulares. O fumacê em alguns casos tornam torna os mosquitos mais resistentes, os resistentes. Os agentes de saúde saúde, apesar do empenho empenho, enfrentam dificuldades como locais de difícil acesso e locais ou abandonados. a A solução seria o investimento financeiro pesado em pesquisas científicas e à a diminuição de burocracia para usufruto desses avanços.

Em virtude dos fatos acima expostas expostos, percebemos que que, para a diminuição das doenças causadas pelo mosquito, gestores públicos devem mudar as suas estratégias e assim finalmente estratégia. Assim, finalmente, conseguiremos vencer essa batalha.

Comentário geral

Texto regular, com muitos trechos confusos, em que o autor perde o foco e tropeça na sintaxe. Não há uma articulação dos fatos apresentados, de modo a desenvolver uma argumentação. O texto apenas expõe os fatos, de maneira aleatória e superficial, e conclui repetitivamente que é preciso mudar de estratégia. Mas mudar de estratégia como? Não basta apontar os erros da estratégia atual. É preciso, no mínimo, apresentar em linhas gerais como seria a estratégia que deve ser adotada, para dar coerência ao texto.

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: É um erro de distração, falar em 1,5 casos da doença. Mas é um erro. Quem avalia a redação leva em conta o que está escrito e não a intenção do autor.

2) Segundo parágrafo: fala-se que há uma questão e se expõe essa questão (qual a razão da ineficácia?), mas, como acrescenta tantas outras informações sobre o Aedes aegypti na frase, o autor se esquece que está fazendo uma pergunta e simplesmente faz a pergunta sem colocar o devido ponto de interrogação ao final da frase. Falta foco, falta distinguir o que é fundamental e o que é secundário no raciocínio que se está tentando desenvolver.

3) Terceiro parágrafo: aqui, o autor despeja desorganizadamente todos os problemas que ele vê no modo como a epidemia está sendo combatida. Já começa o parágrafo falando da mudança de estratégia - o que repetirá no parágrafo seguinte – sem falar em que mudança é essa. Investimento financeiro pesado é uma expressão coloquial. Sem falar que o aluno se refere a esses avanços, mas em nenhum momento ele havia dito que avanços são esses.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 1,0
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 1,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,5
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,5
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 1,0
Nota final 4,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

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