Manipulação mundial de informações

NOTA 1,0

Quando escutamos a palavra "pós-verdade", podemos entender que alguém ou algum meio está se beneficiando no direcionamento de opiniões em massa por direcionar as opiniões das massas populares.

Pessoas mal intencionadas e que conhecem os motivos que despertam ira em outras, usam outras usam esse conhecimento em seu benefício ao prometer coisas absurdas, onde essas essas, em desespero, mesmo sabendo da polêmica em exageros, preferem acreditar.

Não se trata muitas vezes de ignorância, mas, sim, uma forma de crer em algo, pois, alguma atitude deve ser tomada devido a tudo estar dando errado.

Indivíduos que conhecem essas vontades e revoltas usam-nas em benefício próprio, ao inventar um conto de fadas e prometendo um final feliz, sendo assim, geralmente pessoas munidas de poder, como mídia, política, entre outros.

Podemos considerar a democracia como uma grande força, e esses indivíduos de má fé, também sabendo disso, e quando conseguem convencer a maioria, possuem um poder para seu objetivo, portanto, a única forma de evitar o caos, infelizmente, é a triste realidade em cortar a própria carne e enxergar isso por olhos de boa índole, com o mesmo poder sobre essa massa ao expor o ferimento causado na sociedade.

Comentário geral

Infelizmente, o texto é muito fraco e só demonstra a dificuldade de seu autor em escrever. Desde o primeiro parágrafo, a redação apresenta uma linguagem problemática e, à medida que o autor escreve mais, a situação vai piorando, com períodos que não obedecem à sintaxe do idioma e cujo significado é ambíguo ou obscuro. O autor mal consegue fazer uma distinção e deixar claro se está falando de quem manipula os sentimentos alheios ou de quem tem seus sentimentos manipulados.

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: a palavra meio, por si só, é vaga demais para expressar o que o autor parece ter em vista aqui, isto é, um meio de comunicação.

2) Segundo parágrafo: a) por que é preciso conhecer motivos que despertam ira para fazer promessas absurdas? b) Gramaticalmente, o pronome essas refere-se às coisas absurdas, que, sendo coisas, não se desesperam. c) Mas o trecho todo é truncado. O autor não consegue distinguir quando está falando dos manipuladores e dos manipulados. d) o que significa saber da polêmica em exageros? Que polêmica? Que exageros?

3) Terceiro parágrafo: a) O quê não se trata de ignorância? b) Para quem tudo está dando errado? c) Por que para crer em algo é preciso tomar uma atitude? As orações se sucedem de modo confuso e incompleto. O trecho é agramatical, porque as palavras são unidas de um modo que não segue as regras mínimas da sintaxe e da lógica.

4) Quarto parágrafo: mais um trecho agramatical. Só se consegue depreender muito vagamente o que o autor quer dizer: que quem sabe manipular a opinião tem poder. Agora, é absurdo dar como exemplo de pessoas desse tipo a mídia e a política, pois a mídia e a política não são pessoas.

5) Quinto parágrafo: o final é, mais uma vez, agramatical, por não seguir uma ordem sintática nem lógica. O autor quer declarar algo sobre alguma coisa, mas antes de completar a declaração, já está falando de outras coisas. 

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 0,5
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,5
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,0
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,0
Nota final 1,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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