Não seja mais um

NOTA 1,0

Já dizia Sócrates: "A formação do caráter tinha como finalidade a ética, condição essencial da felicidade". O filósofo filósofo, que foi injustiçado, preferiu a morte a ter que deixar seus ideais de lado.

Este Esse ato de injustiça na antiguidade, só Antiguidade só nos mostra que a injustiça sempre esteve presente dentro dos seres humanos, e nos traz o questionamento: "É preferível praticar ou sofrer uma injustiça?".

Existem os Justiceiros justiceiros, que são pessoas que fazem justiça com as próprias mãos, que leva no caso a violência, quando uma pessoa pratica uma injustiça, além de estar corrompendo seu caráter, ela provoca em outras pessoas o mesmo sentindo de estar sendo injustiçado, o que provoca muitas vezes, muita violência.

O ato de praticar uma injustiça pode conter um motivo, mas foge do caráter humano, portanto portanto, quando você que sofre, e esta está do outro lado, você sabe que sua ética e seu caráter estão intactos, vem com uma lição: "não seja assim", "não seja mais um a praticar este ato". A justiça não precisa ser com violência, porém, quanto mais as pessoas praticarem este ato de injustiça, mais violência será gerada, então sim, preferimos estar com Sócrates, a ter o nosso caráter abalado.

Pois, já Como dizia Platão: "Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado".

Comentário geral

Texto muito ruim. Só não zera porque o autor demonstra alguma compreensão do tema e sabe expor sua posição diante dele. Fora isso, infelizmente, a redação é desastrosa. Os dois primeiros parágrafos, na verdade, deveriam ser um só e formar uma introdução. No entanto, mal a introdução termina, o autor passa abruptamente para outro assunto, os justiceiros e a violência. Faz isso nos parágrafos 3 e 4, de maneira caótica, sem obedecer a sintaxe, sem usar corretamente a pontuação. O que ele tenta dizer nesses parágrafos? Aparentemente, que violência não é justiça e que gera mais violência. É uma divagação que mostra que o texto não segue uma linha de raciocínio. Para terminar, o autor se contenta em citar Platão. A citação é apropriada, mas não está adequadamente conectada ao que foi dito anteriormente.

 

Aspectos pontuais

 

1) Primeiro parágrafo: o que o aluno cita entre aspas não é o que Sócrates disse no diálogo platônico. Logo, as aspas estão erradas, pois induzem o leitor a pensar que a citação é literal, quando não é.

2) Segundo parágrafo: O ato de injustiça na Antiguidade é, de fato, prova de que a injustiça existe há muito tempo entre os homens e não dentro dos homens.

3) Terceiro parágrafo: aqui a redação desanda por completo. O parágrafo é agramatical. Não respeita a sintaxe nem a lógica do idioma. Os justiceiros são um assunto relacionado indiretamente ao tema. Igualmente a violência. Então, parece que o autor se perdeu em meio a seus pensamentos e deixou de lado o foco, passando às divagações.

4) Quarto parágrafo: mais confusão sintática, falta de lógica e perda de foco. Tanto quanto o parágrafo anterior, em termos de comunicação, esse parágrafo é quase nulo. Não chega a declarar nada.

5) É bom citar Platão, mas não ajuda a escapar de uma avaliação ruim, pois a citação está jogada a esmo, tentando ser uma "chave de ouro" para um arrazoado inexistente.

 

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 0,5
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,5
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,0
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,0
Nota final 1,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

Copyright UOL. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução apenas em trabalhos escolares, sem fins comerciais e desde que com o devido crédito ao UOL e aos autores.

UOL Cursos Online

Todos os cursos