O fim da desigualdade.

NOTA 3,5

Um assunto que causa revolta a muitos cidadãos é o direito ao foro privilegiado, ainda mais com as varias denuncias várias denúncias de corrupção envolvendo pessoas detentoras de cargos com essa prerrogativa, o que causa uma sensação de impunidade.

Em primeiro lugar, é preciso analisar o real problema desse privilégio, pois o fato não é ser julgado em uma instância superior e sim a demora em sair uma decisão definitiva. Pode-se, então, perceber que a impunidade, de certa forma, reina sobre os portadores desse direito, criando assim uma revolta da população o qual é constatada como se constata atualmente.

Vale, ainda, destacar o número absurdo de pessoas que detém detêm o foro privilegiado uma vez que há um número muito grande de cargos com esse direito. Isso porque a legislação vigente é formada por uma cultura do privilégio, o a qual foi herdado dos tempos da monarquia.

Além disso, faz-se necessário uma reforma nesse sistema, de preferência, abolindo abolir esse privilégio ou, pelo menos, reduzindo-o drasticamente, nesse reduzi-lo drasticamente. Nesse caso, os poucos cargos que ainda mantivessem esse direito deveriam criar uma preferência de julgamento para que não se torne um processo moroso.

Portanto, fica evidente que é essencial uma mudança na legislação para acabar com um direito que torna esses detentores seres quase intocáveis.

Comentário geral

Texto fraco. O autor até demonstra compreensão do tema e de suas implicações, mas apresenta muito mal seus pensamentos, repetindo-se ou mesmo fazendo afirmações confusas. Melhor do que comentar o todo, é apontar os problemas pontuais que o comprometem completamente.

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: a) o autor começa fazendo a mesma afirmação com que termina o próximo parágrafo: o privilégio provoca revolta. Desse modo, o texto não progride, mas fica girando em torno de um mesmo ponto. b) Não são as denúncias envolvendo pessoas com foro privilegiado que causam sensação de impunidade. Essa sensação vem do fato de elas serem denunciadas e ficarem anos gozando de total liberdade, sem que seu julgamento definitivo demore décadas para acontecer ou nunca aconteça.

2) Segundo parágrafo: já comentado. O autor repete o trecho inicial do parágrafo anterior.

3) Terceiro parágrafo: mais repetição: o número de beneficiários do foro é absurdo (de tão grande) por que é grande demais. Não dá!

4) Quarto parágrafo: por "preferência de julgamento" o autor quer dizer que os julgamentos dos que têm direito ao benefício deveriam ser priorizados. Mas "preferência de julgamento" é uma expressão ambígua, para não dizer sem sentido.

5) Quinto parágrafo: é uma repetição sintética do anterior. Lá, falava-se em "reforma", aqui, em "mudança", mas a ideia é a mesma.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 1,0
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 1,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,5
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,5
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,5
Nota final 3,5
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

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