O poder da escolha

NOTA 4,0

A injustiça é tudo que não é justo. Dessa forma, nem agir injustamente e nem sofrer a injustiça é bom.

Lamentavelmente, são poucas as pessoas que têm virtudes, moral e dignidade, que fazem o bem e preferem receber a injustiça do que praticá-la. Vivemos em uma sociedade egoísta onde em que os valores são invertidos .O objetivo da maioria das pessoas é "querer se dar bem" querer se dar bem não importando se irá prejudicar o próximo. Um bom exemplo disso é a injustiça que o povo brasileiro sofre nas mãos dos políticos sem escrúpulos, que desviam dinheiro público,como se já não bastasse o altíssimo salário que eles recebem, verbas recebem. Verbas que seriam destinadas às escolas e hospitais do país, "engordam" ainda mais as suas contas bancárias, enquanto milhares de cidadãos vivem na extrema miséria. Além disso, existem injustiças de diversas formas: violência contra uma criança, contra um animal, indivíduo inocente sendo acusado e condenado por um crime que não cometeu e etc. comenteu, etc.

Infelizmente, todas as pessoas estão sujeitas a sofrer injustiça, não há como escapar. Entretanto, o indivíduo tem o poder da escolha, entre o mal ou o bem, em praticar a injustiça ou não. A atitude dependerá somente das virtudes e consciência de cada um.

Comentário geral

 

Comentário geral

O texto começa mal, mas melhora no segundo parágrafo. No entanto, é basicamente expositivo, sem apresentar claramente sua resposta à pergunta do tema, nem defendê-la com argumentos. Basicamente, o autor tenta explicar o que é justiça/injustiça, dando exemplos variados de injustiça. Apenas no último parágrafo, reflete que não está em poder de ninguém evitar ser vítima de injustiças, no entanto, qualquer pessoa com consciência pode evitar praticá-las. Infelizmente, isso não chega a cumprir os requisitos da proposta de redação.

 

Aspectos pontuais

 

1) Primeiro parágrafo: a) começa com uma tautologia: injusto é o que não é justo, o que está bem longe de ser uma definição, pois apenas afirma a oposição evidente entre justo e injusto. É como dizer, certo é o que não é errado, bom é o que não é mau, correto o que não é incorreto, etc. b) Aparentemente, de sua definição de justo, o autor deduz que é ruim tanto cometer quanto sofrer uma injustiça. Mas essa dedução não obedece nenhum critério lógico. Do fato de a justiça não ser a injustiça não decorre que é ruim cometer ou sofrer uma injustiça. Então, por que as duas coisas são ruins? O autor não explica, pois parte para o parágrafo seguinte, em que fala de outro assunto.

 

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 1,0
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 1,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,5
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,5
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 1,0
Nota final 4,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

Os textos publicados antes de 1º de janeiro de 2009 não seguem o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A grafia vigente até então e a da reforma ortográfica serão aceitas até 2012

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