Pena de morte? Pena que não resolve.

NOTA 4,5

Não é de se espantar que o percentual de pessoas que são favoráveis a à pena de morte no Brasil tenha crescido, visto que a violência seguida de morte está aumentando de forma vertiginosa de ano para ano, mas infelizmente esse não é o melhor método para diminuir os assassinatos e outros crimes no país.

Percebemos a falha na a ineficiência de tal medida ao pensarmos que nenhum criminoso pensa em sua punição antes de cometer o delito, chegando a à conclusão de que não há relação entre a pena máxima com a diminuição de crimes acontecidos fora da cadeia.

A prisão em si tem o dever de ressocializar o prisioneiro deixando-o apto a conviver em sociedade. Além disso, muitas das vezes vezes, o preso tem uma importante função econômica na sociedade sociedade, que é o trabalho comunitário comunitário, seja ele nas construções de rodovias ou na produção industrial.

É claro que a pena máxima que está em vigor no Brasil (30 anos) é extremamente baixa, mas não é motivo da para a adoção da pena de morte em nossa constituição, apenas teria que ser aumentada de 30 para pelo menos 50 anos. Constituição. Melhor seria punir os crimes mais graves com maior tempo de prisão, aumentando a pena de 30 anos para pelo menos de 50.

Portanto, o pensamento (que não é difícil de ser encontrado nas redes sociais) ‘’bandido bom é bandido morto’’ não passa de uma fundamentação a à base da ignorância e da vingança e que não resulta em nada. A melhor "arma" arma contra o crime é o fato do seria o estado investir cada vez mais na educação e na cultura.

Comentário geral

Texto regular. Não chega a ser uma dissertação, mas uma série de parágrafos avulsos, em que o autor reflete sobre a pena de morte. Não há propriamente uma linha de raciocínio. Na verdade, também não há argumentos: apenas um, o de que o criminoso não teria medo da punição quando comete o crime. De resto, ele tenta explicar o aumento do apoio à pena e deixa claro que é contrário a ela, sem apresentar argumentos para persuadir o leitor. Em termos de linguagem, o texto está no limite entre a linguagem formal e a coloquial.

Aspectos pontuais

1) Segundo parágrafo: a) o uso do gerúndio chegando compromete a sintaxe do período, pois o sujeito do verbo não é explicitado, o que deixa subentendido que ele é o criminoso. Quem chega à conclusão, no entanto, é o próprio autor. b) Por que o autor enfatiza que se refere aos crimes fora das cadeias. Para o crime no interior das cadeias, a pena de morte pode funcionar

2) Quarto parágrafo: a) nossa Constituição já prevê a pena de morte, embora somente em caso de guerra. b)

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 1,5
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 1,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,5
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,5
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 1,0
Nota final 4,5
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

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