Polícia e bandido: violência no século XXI

NOTA 5,0

Na sociedade brasileira atual, a violência preocupa bastante as pessoas. Nesse cenário, encontram-se policial e bandido. O policial é responsável pela segurança e pelo bem-estar dos cidadãos. Já o bandido age em contrapartida a estes contra esses princípios, não respeitando a propriedade individual.

Em toda corporação, sempre há quem desobedeça às regras, e passa a valorizar regras e valorize mais o que lhe é conveniente no momento. Na polícia, isso não é diferente. A tolerância diante desses casos está acabando. A polícia deve servir ao Estado e não ao crime. Os maus indivíduos não podem circular livremente com os outros na sociedade.

Mas engana-se quem pensa que a violência deve ser repreendida [reprimida] com violência.
Ela não pode ser aceita, independentemente de quem a pratica; pois cabe ao Estado punir adequadamente. A impunidade é um dos grandes problemas e com um maior rigor das leis, solucionaria leis solucionaria em parte a violência. O bandido, embora esteja o mais errado possível, também é um ser humano e deve ser encaminhado para a prisão ou para a reabilitação, em alguns casos.

Logo, precisa-se de mais educação por parte da escola e por parte dos pais, pois com educação há um país melhor. E também, o Estado tem que agir mais intensamente com políticas contra o crime e contra os maus exemplos na polícia.

Comentário geral

Texto regular, que apresenta uma visão bem simplista do problema, particularmente no parágrafo inicial, onde se dá uma definição óbvia dos termos bandido e polícia. Curiosamente, no parágrafo seguinte, o autor mostra que a definição dada não é suficiente, pois há policiais que agem como bandidos. O maior problema, porém, é o caráter genérico de todas as afirmações que são feitas, sem que o autor procure mostrar um fato ou argumento que convença o leitor do que ele está afirmando.

Aspectos pontuais

1) Segundo parágrafo: o autor começa contradizendo as definições que deu no parágrafo anterior e mostrando que há policiais bandidos, por assim dizer. O parágrafo trata justamente desses policiais. Contudo, quando chega ao final o foco do autor muda, pois ele passa a falar de maus indivíduos que podem ou não ser policiais.

2) Terceiro parágrafo: a) o salto de um foco para outro continua aqui. Punir adequadamente (com violência moderada?) é uma coisa, impunidade outra. Mal o aluno acaba de falar de uma coisa, ele pula para outra como se continuasse a falar da mesma. O resultado é um punhado de afirmações avulsas, que só têm em comum o fato de estarem relacionadas em maior ou menor grau ao tema da redação. b) por que em alguns casos? Haverá outros casos em que os bandidos deveriam ser tratados com desumanidade? Quais?

3) Quarto parágrafo: a) a solução proposta também é genérica, tanto que o autor diz que ela pode produzir um país melhor, o que é um âmbito muito mais amplo do que o controle da violência. A solução não decorre do que foi dito anteriormente e o logo aí não é utilizado com propriedade, como por exemplo no célebre penso, logo existo. b) Não se trata de intensidade da ação do Estado. Trata-se de tomar medidas mais efetivas, que produzam resultados.

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 1,0
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 1,0
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 1,0
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 1,0
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 1,0
Nota final 5,0
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

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