Praticar ou sofrer injustiça?

NOTA 2,5

Hodiernamente a injustiça tem se tornado algo proprio próprio do nosso cotidiano. Tal fato afeta a pessoas inocentes, aumentando mais ainda o preconceito e as desigualdades sociais. Com isso é discutível a questão: É é preferível praticar ou sofrer uma injustiça?

A injustiça pode acontecer de várias maneiras politicamente, judicialmente, nas relações amorosas e entre outros. Entretanto em vários âmbitos: o político, o judiciário e o amoroso, entre outros. Entretanto, Sócrates defendia essa tese, pois acreditava que que, se o ser-humano permitisse ser humano permitisse, sua natureza má iria prejudicar seu próximo e seria sempre mal visto pela sociedade, e isso manteria a nossa alma "suja".

Contudo desde a Idade Média a injustiça prevaleceu entre nós, até os dias de hoje. Contudo, da Idade Média aos dias de hoje, a injustiça prevaleceu entre nós. Mesmo sendo pessoas religiosas, ainda assim preferimos pratica-la praticá-la, pois um dos maiores medos dos seres humanos é ser enganado.

Mas é certo que devemos-nos amar devemos amar uns aos outros, e outros e com isso fazer sacrifícios (preferindo sofrer a injustiça). Mesmo que a maioria prevaleça devemos fazer nossa parte de sermos altruísta altruístas.

Comentário geral

 

Texto fraco, muito confuso, com trechos tão obscuros que o leitor sequer consegue ter certeza do que o autor está falando e de como ele interpreta a palavra injustiça. Não se apresentam fundamentos ou provas das afirmações feitas em cada um dos parágrafos, que também não estão muito bem articulados entre si para formar uma linha de raciocínio. A interpretação que o autor dá ao pensamento de Sócrates não tem fundamento nos textos da coletânea e é equivocada. Sabe-se lá de onde o autor extraiu a ideia de que a injustiça prevaleceu no mundo desde a Idade Média, afinal Sócrates discute a questão na Grécia muito antes do período medieval. Finalmente, a conclusão não chega a fazer uma sugestão de como resolver o problema abordado no tema.

 

Aspectos pontuais

1) Primeiro parágrafo: O texto começa mal, demonstrando a dificuldade de o autor expressar um fato muito simples: a injustiça é muito frequente nos dias de hoje. Que injustiça afeta pessoas inocentes e aumenta o preconceito e as desigualdades sociais? Que tipo de injustiça? O que o autor quer dizer exatamente com isso? O leitor não tem como saber. O final do parágrafo é abrupto: não há relação entre as afirmações feitas anteriormente e a questão que introduz o tema.

2) Segundo parágrafo: a) Que tese Sócrates defendia? O autor não mencionou qual é a tese de Sócrates. O fato de ela aparecer na proposta não implica que a redação possa se referir a ela de passagem, sem apresenta-la. b) O autor interpreta incorretamente a ideia de Sócrates, atribuindo-lhe opiniões que não são as do filósofo.

3) Terceiro parágrafo: a) Não se sabe por que a Idade Média entrou na redação? b) As pessoas praticam injustiças para evitar serem enganadas? Qual é o fundamento dessa informação? O autor não diz.

4) Quarto: a conclusão também é abrupta e confusa. Não decorre das premissas apresentadas no desenvolvimento.

 

Competências avaliadas

Itens Nota
Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita. 0,5
Compreender a proposta da redação e aplicar conceito das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo. 0,5
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 0,5
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 0,5
Elaborar a proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 0,5
Nota final 2,5
Saiba como é feito a classificação das notas
2,0 - Satisfatório 1,5 - Bom 1,0 - Regular 0,5 - Fraco 0,0 - Insatisfatório

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